INSCRIÇÃO VESTIBULAR UFBA Segunda-feira, Ago 31 2009 

Data: 01 a 14 de setembro de 2009
Informações: www.vestibular.ufba.br

Provas 1ª Fase => 15 e 16 de novembro
Resultado da 1ª Fase=> 07 de dezembro

Provas 2ª Fase => 13 a 18 de dezembro
Resultado Final => 31 de janeiro de 2010

Dicas quanto ao uso ou não do hífen: Terça-feira, Ago 18 2009 

1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h.

Exemplos:

anti-higiênico

anti-histórico

co-herdeiro

macro-história

mini-hotel

proto-história

sobre-humano

super-homem

ultra-humano

2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal

com que se inicia o segundo elemento.

Exemplos:

aeroespacial

agroindustrial

anteontem

antiaéreo

antieducativo

autoaprendizagem

autoescola

autoestrada

autoinstrução

coautor

coedição

extraescolar

infraestrutura

plurianual

semiaberto

semianalfabeto

semiesférico

semiopaco

3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento

começa por consoante diferente de r ou s.

Exemplos:

anteprojeto

antipedagógico

autopeça

autoproteção

coprodução

geopolítica

microcomputador

pseudoprofessor

semicírculo

semideus

seminovo

ultramoderno

4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento

começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras.

Exemplos:

antirrábico

antirracismo

antirreligioso

antirrugas

antissocial

biorritmo

contrarregra

contrassenso

cosseno

infrassom

microssistema

minissaia

multissecular

neorrealismo

neossimbolista

semirreta

ultrarresistente

ultrassom

TEXTO 8 – REFLEXÃO Sexta-Feira, Ago 7 2009 

Era uma vez, um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitado a sua ação. Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana, convidando dois outros amigos caçadores para a África.

Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta. Curiosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa.

Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se. De agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros. E foi assim: flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.

Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, devorou um dos amigos do caçador flautista. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava, o caçador foi devorado.

Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiram. Um deles observou com sabedoria e falou:

- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho…!!!

Moral da história:

Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo; um dia podem não dar. Tenha sempre planos de contingência: prepare alternativas para situações imprevistas; preveja tudo que pode dar errado e prepare-se.