Certa vez, perguntaram a uma mãe qual era o seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

“Nada mais volúvel do que um coração de mãe”, respondeu ela.

O meu filho preferido é o meu filho doente, até que ele sare.

O filho que partiu, até que ele volte.

O que está cansado, até que descanse.

O que está com fome, até que se alimente.

O que está estudando, até que aprenda.

O que não trabalha, até que se empregue.

O que é pai, até que crie seus filhos.

O que chora, até que se cale, tranquilo…

Amo a todos com igual intensidade, acrescentou a mãe.

E concluiu…
O preferido é aquele que, no momento, está precisando de maior atenção e carinho.

(Texto enviado pelo aluno Valber Silva – 3º Ano A)