Assuntos da prova da II unidade quinta-feira, jun 2 2011 

Disciplina: Língua Portuguesa e Literatura

3º Ano (EM)

Turno: Matutino

Data: 13/07/2011

Valor: 5.0 pontos

01. Romance “Vidas secas”

02. Interpretação

03. Contexto histórico do Modernismo, p. 356

04. As vanguardas européias, p.356

05. A semana de arte moderna, p. 357

06. As correntes modernistas, p. 358

07. Principais autores da 1ª fase modernista, p. 366 a 376

08. Ortografia

09. Figuras de linguagem: metáfora, paradoxo, antítese, comparação, eufemismo, catacrese, metonímia e personificação/prosopopéia

ORIENTAÇÃO COM OS ALUNOS DO PROEJA segunda-feira, mar 21 2011 

CURSO TÉCNICO EM ALIMENTOS

Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado

Turno: Noturno – Turma: 2º A

Monitora: Ana Cristina Souza da Paz

Contato para email: Denise dos Santos Correia

Data e horário das reuniões – Mês: abril

Data: 07/04/11 – Horário: 13:30h
Adenilda da Silva Santos
Adnalice dos Santos
Aline Sena de Jesus
Aline Santos dos Santos
Almerinda Santos R. de Araújo
Ana Cristina Santos Evangelista
Ana Cristina Souza da Paz
Ana Maria Rodrigues da Cruz
Angelita Maria Leal Campos 

Carla Priscila Castro Jesus

Data: 14/04/11 – Horário: 13:30h
Carmem Lucia D. dos Santos
Catia da Silva Basílio
Célia Maria de Matos Santos
Claudia Garcia Noronha
Claudia Jesus Paixão
Clodoaldo Rodrigues da Cruz
Denise dos Santos Correia
Dilceia Rodrigues da Cruz
Dinalves Rodrigues da Cruz
Edelzuita Pita Peixoto 

 

Data: 28/04/11 – Horário: 13:30h
Eduardo Onofre de Assis
Eliana Georgina Oliveira de Assis
Eleonice Florêncio S. dos Santos
Esterolita Peixoto dos Anjos
Eunice das Mercês Oliveira
Eva Caroline Leal Campos
Everson da Rosa Paiva
Fabricia de Oliveira Santos
Floraci de Oliveira
Gilma Maria Nobre dos Santos
Maria das graças de Jesus Teles

Turno: Noturno - Turma: 2º B

Monitora: Taina Rodrigues Borges

Contato para email: Laís Hadassa D. dos Santos

Data e horário das reuniões – Mês: abril

Data: 07/04/11 – Horário: 14:30h

Gleidson Luis F. dos Santos
Iná Márcia do Nascimento
Isis Silva Santana dos Santos
Janaina Vasconcelos Moreira
Janete dos Santos Dantas
Joelma Amorim dos Santos
Jones oliveira dos Santos
Jucigleide Gomes dos Santos
Juliana Silva de Jesus
Laís Araujo da Silva
Laís Hadassa D. dos Santos

Data: 14/04/11 – Horário: 14:30h

Lindinalva Oliveira da Cruz
Lindinalva Bacelar A. de Jesus
Lucia Santos de Andrade
Luciclara Eperandio dias
Márcia Regina da F. Crisostomo
Maria da Conceição V. de Souza
Maria de Fátima Torres Gonzaga
Mary Gomes do Rosário
Monica Santos Marques
Nivalda Sales dos Santos
Patrícia Naiara dos Santos

Data: 28/04/11 – Horário: 14:30h

Reinaldo de Assis Silva
Rosangela Alves da Cruz
Tailda Leal Moura
Taina Rodrigues Borges
Valdeci Carvalho Freitas
Valdemira Santana Chagas
Valdirene Almeida da Conceição
Vanderlina Teixeira de Souza
Wellington Silva Souza de Souza
Zenilda Freitas dos Santos

SEMINÁRIO pt.2 domingo, ago 1 2010 

Fotos da Apresentação da Turma 1º Ano B (Curso Técnico em Alimentos)

Palestrantes: Arivaldo, Adriana, Jandarailce e Adilson.

SEMINÁRIO sexta-feira, jul 30 2010 

SEMINÁRIO

TEMA: EMPREENDEDORISMO: O Administrador X O Empreendedor

Orientadoras: Professoras Nelma e Joadia

Data: 29 de julho de 2010

Fotos da Apresentação da Turma 3º Ano B (Ensino Médio)

Palestrantes: Aline Carrera, Cássia, Jonatas, Marcos, Gleice, Mateus e Glaubenice.

Principais regras do hífen com prefixos: terça-feira, jun 15 2010 

Prefixos:
Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra…

Usa-se o hífen quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo:

Exemplos: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista,
micro-ondas, mini-hotel.

Não se usa o hífen em todos os demais casos:
Exemplos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom.

Prefixos:

Hiper, inter, super

Usa-se o hífen quando a palavra seguinte começa com h ou com r:

Exemplos: super-homem, inter-regional

Não se usa o hífen em todos os demais casos:

Exemplos: hiperinflação, supersônico


Prefixo: Sub

Usa-se o hífen quando a palavra seguinte começa com b, h ou r:

Exemplos:

sub-base, sub-reino, sub-humano

Não se usa o hífen em todos os demais casos:

Exemplos:

subsecretário, subeditor


Prefixo: Vice

Sempre se usa o hífen:

Exemplos:

vice-rei, vice-presidente, vice-diretor, vice-líder

Histórico do CERD sexta-feira, jun 11 2010 

O Colégio Estadual Rubén Dario foi reinaugurado no dia 05 de abril de 2001, no Governo de César Borges. Um novo prédio de dois andares foi construído no local .

O Colégio Estadual Rubén Darío tem por missão fornecer serviços educacionais de qualidade que garantem o acesso e permanência do aluno na escola, possibilitando a formação de cidadãos críticos e preparados para os desafios do mundo moderno onde atuarão de forma efetiva na sociedade.

Cursos Oferecidos:

Matutino: Ensino Fundamental (8ª Série), Ensino Médio e Curso Técnico em Alimentos.
Vespertino: Ensino Fundamental (5ª, 6ª e 7ª Séries).
Noturno: Ensino Fundamental e Médio, EJA e Curso Técnico em Alimentos.

Histórico do CERD quarta-feira, jun 9 2010 

O Colégio Estadual Rubén Dario foi inaugurado em 1970 com o nome de Escola Anfrísia Santiago, em homenagem a uma educadora baiana. Porém após 3 dias, o Governador da época, Luis Viana, reinaugurou a Escola com o nome de Escola Estadual Rubén Darío em homenagem a um escritor nicaragüense.

E quem foi Rubén Dario?

Félix Rubén García Sarmiento, conhecido como Rubén Darío, é chamado de príncipe de las letras castellanas.
Diplomata, escritor e poeta nicaragüense, nascido em Metapa, mais tarde Ciudad Darío (Cidade Dario) – Nicarágua, em 18 de janeiro de 1867. É considerado o criador do modernismo literário em língua espanhola. Descendente de uma família tradicional, recebeu sólida formação religiosa e, ainda muito jovem, começou a trabalhar na Biblioteca Nacional. Logo abraçou a literatura e conseguiu muito prestígio graças a livros em que revelava a influência dos clássicos espanhóis. Mudou-se para o Chile (1886), onde publicou Azul (1888), uma coletânea de textos poéticos em prosa e verso, influenciada pelo parnasianismo francês, marco do nascimento de uma nova poesia e sua primeira grande obra. Foi nomeado cônsul da Colômbia em Buenos Aires (1893), iniciando sua atividade diplomática. Tornou-se correspondente do jornal argentino La Nación, e mudou-se para a Madri (1898). Depois fixou residência em Paris (1899) e continuou viajando com freqüência e voltou como diplomata para a Espanha (1908). Doente, com graves dificuldades financeiras, iniciou uma viagem pelos Estados Unidos (1914), onde fez uma série de conferências e, com a debilidade crescente da saúde, decidiu voltar para sua terra natal. Morreu em León, em 6 de fevereiro de 1916 – Nicarágua. Paralelamente ao trabalho poético, escreveu contos, artigos jornalísticos e críticas literárias.

SUGESTÕES DE TEMAS PARA LEITURA E REDAÇÃO segunda-feira, nov 16 2009 

01. Consciência negra.
(Tema trabalhado pela Profª Ângela na IV unidade);

02. Valorização do Idoso.
(ENEM (não realizado) 2009);

03. Preservação da Floresta Amazônica – a “máquina de chuva da Amazônia”.
(ENEM 2008);

04. O desafio de se conviver com a diferença.
(ENEM 2007);

05. O poder de transformação da leitura.
(ENEM 2006);

06. Trabalho infantil na realidade brasileira.
(ENEM 2005);

07. Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação?
(ENEM 2004);

08. O pior cego é aquele que não quer enxergar.
(UNEB 2009);

09. Direitos Humanos.
(UNEB 2008);

10. As diferentes realidades da família brasileira.
(UFBA 2009);

11. A desconstrução, a revisão e a reconstrução de paradigmas na sociedade contemporânea no que se refere à relação “Homem/Mulher”.
(UFBA 2008);

12. A relação do homem com a terra.
(UFBA 2007);

13. As mudanças climáticas no planeta Terra.
(Concurso 2009 – Revista Horizonte Geográfico).

TEXTO 10 – FÁBULA DA CONVIVÊNCIA quarta-feira, out 14 2009 

Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte do nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.

Foi, então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, juntar-se mais e mais.

Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.

E todos juntos, bem unidos, se agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.

E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos.

Dispersaram-se, por não suportarem por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito…

Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados.

Os que não morreram, voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma curta distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.

Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

MORAL da história:

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os silêncios!

É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!

É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!

É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor!
É Fácil conviver com as pessoas, difícil é formar uma equipe!

TEXTO 9 – O SÁBIO sexta-feira, set 18 2009 

Um sábio passeava na floresta com seu discípulo. Avistou uma casinha pobre, aos pedaços. Nela moravamum casal e três filhos – todos mal vestidos, sujos e magros. O sábio perguntou ao chefe da família:

- Como vocês sobrevivem? Não vejo horta, plantação ou animais?

O pai respondeu:

– Nós temos uma vaquinha que nos dá alguns litros de leite por dia. Uma parte desse leite nós tomamos, e a outra trocamos por alimentos na cidade vizinha, e assim vamos sobrevivendo.

O sábio agradeceu e saiu novamente por seu caminho. Logo em seguida avistou a vaquinha e ordenou a seu discípulo que puxasse a vaquinha até o precipício e a jogasse despenhadeiro abaixo. Mesmo sem compreender a ordem, o discípulo obedeceu e ficou pensando na maldade do sábio, em mandar matar a única fonte de subsistência daquela família.

Anos depois, passando pela região, o discípulo lembrou-se daquela família e do episódio da vaquinha. Resolveu voltar àquela casinha e… surpresa! No lugar da pobre casinha havia uma bela casa, um pomar ao redor, várias cabeças de gado e um trator novo. Na porta da casa, avistou o pai – agora bem vestido, limpo, saudável. Logo apareceram a mulher e os filhos – todos bonitos e aparentando saúde e felicidade!

Quando o discípulo perguntou a razão de tanta mudança, o pai respondeu:

- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Sem ela, tivemos que nos virar e fazer outras coisas que nunca tínhamos feito, Começamos a plantar, criar animais e fazer coisas que nunca tínhamos feito, e daí vimos que éramos capazes de fazer coisas que nunca tínhamos imaginado, e de conseguir coisas que nunca acreditávamos conseguir, pois nunca havíamos tentado fazer. Sem a vaquinha, a gente foi à luta porque só havia essa alternativa – lutar para vencer!

Pensem nessa história . Todos nós temos uma “vaquinha” que nos dá algo básico para sobrevivermos e convivermos com a “rotina”. Descubra qual é a sua vaquinha e – que tal? – aproveite esse momento para empurrá-la precipício abaixo. Quem sabe sua vida não vai tomar um rumo muito diferente?

TEXTO 8 – REFLEXÃO sexta-feira, ago 7 2009 

Era uma vez, um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitado a sua ação. Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana, convidando dois outros amigos caçadores para a África.

Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta. Curiosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa.

Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se. De agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros. E foi assim: flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.

Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, devorou um dos amigos do caçador flautista. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava, o caçador foi devorado.

Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiram. Um deles observou com sabedoria e falou:

- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho…!!!

Moral da história:

Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo; um dia podem não dar. Tenha sempre planos de contingência: prepare alternativas para situações imprevistas; preveja tudo que pode dar errado e prepare-se.

Programa de Leitura – 3º Ano quinta-feira, mai 7 2009 

Período: 06 a 30 de abril
Culminância: 30 de abril
Vídeo do 3º Ano A

Programa de Leitura – 3º Ano quarta-feira, mai 6 2009 

Período: 06 a 30 de abril
Culminância: 30 de abril
Fotos do 3º Ano B

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TEXTO 7 – FILHO PREFERIDO sexta-feira, mai 1 2009 

Certa vez, perguntaram a uma mãe qual era o seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

“Nada mais volúvel do que um coração de mãe”, respondeu ela.

O meu filho preferido é o meu filho doente, até que ele sare.

O filho que partiu, até que ele volte.

O que está cansado, até que descanse.

O que está com fome, até que se alimente.

O que está estudando, até que aprenda.

O que não trabalha, até que se empregue.

O que é pai, até que crie seus filhos.

O que chora, até que se cale, tranquilo…

Amo a todos com igual intensidade, acrescentou a mãe.

E concluiu…
O preferido é aquele que, no momento, está precisando de maior atenção e carinho.

(Texto enviado pelo aluno Valber Silva – 3º Ano A)

TEXTO 6 – Sobre a Vírgula (,) domingo, abr 12 2009 

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.

Não, espere.

Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.

$234.

$23,2.

$2,34.

Pode ser autoritária.

Aceito, obrigado.

Aceito obrigado.

Pode criar heróis.

Isso só, ele resolve.

Isso só ele resolve.

E vilões.

Esse, juiz, é corrupto.

Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.

Vamos perder, nada foi resolvido.

Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.

Não queremos saber.

Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhe Adicional:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.

Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

É isso aí,,,

TEXTO 5 – Nossa Língua Portuguesa Profº Pasquale Cipro Neto domingo, abr 12 2009 

E a gente pensa que repete corretamente os ditos populares…

No popular se diz:

1. Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.

Correto: ‘Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro’.

EU NÃO SABIA. E VOCÊ?

2. Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.

Correto: ‘Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.’

3. Cor de burro quando foge.

O correto é: ‘Corro de burro quando foge!’

4. Quem tem boca vai a Roma.

O correto é: ‘Quem tem boca vaia Roma. ‘ (isso mesmo, do verbo vaiar).

5. Outro que todo mundo diz errado:

‘Cuspido e escarrado’ – quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.

O correto é: ‘Esculpido em Carrara.’ (Carrara é um tipo de mármore).

6. Mais um famoso… ‘Quem não tem cão, caça com gato’.

O correto é: ‘Quem não tem cão, caça como gato’… ou seja, sozinho!

Texto 4 – “Emelho” quarta-feira, abr 1 2009 

Para descontrair…
Veja este emaill ou será um emelho? – Diverta-se!!!
“Esse emelho é de Claudinei, mas aqui é Jonilso que tá falando. É porque eu não tenho emelho aí ele me liberô pra escrevê no dele. E eu quero falá é sobre isso mermo: emelho.
A parada é o seguinte…
Ôto dia eu tava procurando um serviço no jornal aí eu vi lá uma vaga na loja de computadô, aí eu fui vê lá, colé de mermo. Botei uma rôpa que eu tenho, joguei meu Mizuno e fui lá, a porra. Aí eu cheguei lá, fiz a ficha que a mulé me deu e fiquei lá esperando. Nêgo, de gravata e as porra… eu só “nada… tô cumeno nada!”. Aí, eu tô lá sentado, pá, aí a mulé me chama pa entrevista, lá na sala dela. Mulé boa da porra!. Entrei na sala dela, sentei, pá, aí ela começô: a mulé perguntano coisa como a porra, seu sabia fazê coisa como a porra e eu só…”sim sinhora, que eu já trabalhei nisso já“, jogando 171 da porra na mulé e ela cumeno, a porra! Aí ela parô assim, olhô pra ficha e mim perguntô mermo assim: “você mora aí, é ?“, aí eu disse “é”.
Só que eu nun sô minino, botei o endereço de um camarado meu e o telefone, que eu já tinha dado a idéa já pra ele se ela ligasse pá ele dizê que eu sô irmão dele e que eu tinha saído, pra ela deixá recado, que aí era o tempo dele ligá pro orelhão do bar lá da rua e falá comigo ou deixá o recado que a galera lá dá.
Eu nun vô dá meu endereço que eu moro ni uma bocada da porra! Aí a mulé vai pensá o que? Vai pensá que eu sô vagabundo tomém, né pai… Nada! Aí, tá, a mulé só perguntano e eu jogando um “h” da porra na mulé, e ela gostano vú… se abrindo toda… mulé boa da porra! Aí ela mim disse mermo assim:
_ ói, mim dê seu emelho que aí quando fô pra lhe chamá…
A mulé já ía me chamá já – … quando fô pra lhe chamá, eu lhe mando um emelho.”Aí eu digo “porra… e agora ?”. Aí eu disse a ela mermo assim “ói, eu vou lhe dá o emelho de um vizinho meu pra sinhora, que ele tem computadô, aí ele mim avisa”. Mintira da porra, que o cara mora longe como a porra e o computadô é lá do trabalho dele, aí ele ía tê que mim avisá pelo telefone lá da rua. Aí, depois quando eu disse isso, a mulé empenô. Sem mintira niua, ela me disse mermo assim:
_ aí, não: como é que você qué trabalhá ne loja de computadô e não tem emelho?
Aí ela bateu no meu ombro assim e disse:
_ Ói, hoje em dia, quem num tem emelho, ximba!.
Falô mermo assim, véi, a miserave da mulé. Miserave! Mas aí, eu ía fazê o que, véi? Aí uns dias depois eu acabei conseguindo um seviço de ajudante de predero: um pau da porra! Eu pego 7 hora da manhã e leva direto, a porra, de 7 a 7, aí meio dia para pra almuçá, comida fêa da porra, e acabô o almoço nun discansa não, volta pro seviço. É pau, vú véi… é pau viola mermo. É por isso que eu digo, é como a mulé disse: “quem nun tem emelho, ximba!”.

TEXTO 3 – ESTRATÉGIA É TUDO quarta-feira, mar 18 2009 

Um senhor vivia sozinho em Minnessota.

Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão. O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:

Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.

Com amor, Seu Pai. ‘

Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:
‘PELO AMOR DE DEUS, Pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos. ‘
Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo.

Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.

Esta foi a resposta:

‘Pode plantar seu jardim agora, amado Pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento. ‘

Estratégia é tudo!!!

Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis. Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.

‘Ter problemas na vida é inevitável,

ser derrotado por eles é opcional’.

TEXTO 2 – As coisas nem sempre são o que parecem quarta-feira, mar 11 2009 

Dois anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, dera aos anjos um pequeno espaço no frio sótão da casa. A medida que eles faziam a cama no duro piso, o anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o anjo mais jovem perguntou porque, o anjo mas velho respondeu: “as coisas nem sempre são o que parecem”.

Na noite seguinte, os anjos foram descansar na casa de casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando amanheceu, no dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: “como você permitiu que isso acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e no entanto você o ajudou”; o anjo mais jovem acusava. “A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse”! “As coisas nem sempre são o que parecem”, respondeu o anjo mais velho.

“Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira de que ele nunca mais o encontraria”.

“Depois, ontem à noite, quando dormimos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor. E eu lhe dei a vaca em seu lugar. “As coisas nem sempre são o que parecem”.

Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Reflita!!!

TEXTO 1 – VESTIBULAR É PROJETO DE VIDA – 2009 quinta-feira, mar 5 2009 

01. Vestibular não é seleção de intelectuais superdotados, nem campeonato de inteligências prodigiosas. Nada disso. Vestibular é simples escolha de alunos competentes e vocacionados.

02.
Vestibular é o primeiro grande desafio que a sociedade lhe faz. Ele será sua autopromoção contínua e sua auto-realização continuada.

03.
Seu futuro será sempre do tamanho de seus esforços e de sua ambição. Não espere o futuro de braços cruzados, porque ele pode vir o avesso de suas pretensões.

04.
O vestibular vai provar-lhe que não há um modelo único de talento. As inteligências são múltiplas e diversificadas. As aptidões pessoais são distintas e diferenciadas.

05.
Na escola, aprende-se. Em casa, porém, estuda-se. Sem este método, o vestibular será um insucesso. Sem estudar, ninguém fixa o que aprendeu. Tudo se evapora, inclusive a chance de vencer.

06.
Viver é competir. Vestibular exige organização nos estudos. Inteligência e imaginação, sem planejamento e sem método, são inúteis. Elas são as armas do vestibulando.

07. Vocação não é revelação misteriosa, nem encontro marcado com o futuro, nem descoberta inesperada. Vocação é um somatório de tendências pessoais, de inclinações psicológicas e de propensões temperamentais.

08.
A qualificação acadêmica lhe dará:

- maior ascensão social;

- maior condição de salário;

- maior projeção intelectual;

- maior auto-realização pessoal.

09. Destino humano é decisão e escolha. Nada na vida é obra do acaso. Todo sucesso no vestibular tem seu motivo e todo fracasso nele tem sua explicação. Ninguém pode colher o que não plantou.

10.
Portanto, sucesso na sua escolha, no seu projeto de vida!

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